Olha, bons tempos aqueles em que eu não tinha blog e não podia compartilhar minhas impressões com o mundo, sabe? Principalmente sobre um assunto incrível como reality show.
Eu sempre amei, sempre vou te amar reality show!
Os primeiros que eu assistia e adorava eram aqueles da MTV, 'The Real World' e 'Road Rules'. Eles não eram ao vivo, não tinha votação, não tinha torcida, mas era uma delícia de ver. Daí nesse meio tempo surgiu o Big Brother, e eu nunca vi as edições internacionais, mas me lembro do babaaaado que foi quando Seu Silvio roubou o conceito e fez a Casa dos Artistas. Que eu só comecei a assistir porque um dia MINHA MÃE se disse encantada com Supla.
Deixa eu falar do Supla, amor verdadeiro, amor eterno? Amo Supla desde a infância, desde Tokyo, desde sempre. E não assisti Casa dos Artistas justamente pelo meu amor, síndrome de underground... Quando ele virou o querido do mundo - só perdendo o programa porque a mocinha cicatrizada era pobrinha e ele era filho do Suplicy - me deu ódio no coração, e eu entendi aí que reality show que dá grana é uma merda. Quer dizer, que dá grana pra nego que faz nada o dia inteiro.
Porque, né? Ficar na piscina, ficar debaixo do edredon, ganhar mil prêmios e ainda concorrer a 500 mil, 1 milhão, 1 milhão e 500 mil é de uma baixaria infinita. E por isso meu eterno respeito por Project Runway, Shear Genius, Top Chef, Top Design e todos os meus xuxus da Bravo TV, que pelo menos premiam gente que faz e tem talento. Até The Biggest Loser tem seu fundamento.
Bom, voltando... É que meu problema sempre foi o Big Brother. Sempre.
Porque essa merda desse programa me irrita infinitos, é um lixo, com gente imbecil, com nada de bom pra mostrar... e infelizmente viciante em algum momento. E eu odeio isso mais que tudo.
Lá no Bigodudo, eu cheguei a postar sobre, porque, olha, foi em 2007 que eu comecei a acompanhar a blogosfera big brotheriana. E foi mais ou menos aí que meu conceito mudou muito. Pra ser sincera, eu acompanhei de cabo-a-rabo apenas uma edição, aquela mitológica que o Jean ganhou. Antes eu assistia sim, mas via apenas esporadicamente e até tinha meus detestados e preferidos, mas aquele quinto programa foi único: assisti tudo, torci, sofri e comemorei. Depois dele, nenhum foi fenômeno no meu coração. E nessa época, eu só acompanhava o site da Globo, chatos idos de internet discada. Daí que não assisti aos programas 6, 7 e 9, e já tinha certeza que não acompanharia esse, quando OPA, voltei.
Em 2007 eu conheci a netBBB. E amei e odiei na mesma velocidade que odeio-amo esse programa. Foi com a net que eu comecei a atentar pra outras coisas. Até então, eu achava que BBB podia servir pra estudo antropológico; eu achava possível traçar muitos paralelos com algumas experiências da minha vida, e por isso, que interessante era assistir. Sabe, eu já tive 'dias de confinamento', não tão extremos como em programa de TV - que tem câmera e um público infinitamente superior. Mas eu já fiz muito campo nessa vida e, olha, passar um, dois meses no meio do mato com mais de 5 pessoas é duro, viu. Por isso achava um certo mérito nesses programas, por mostrar certas coisas que acontecem mesmo quando você junta por determinado tempo gente que não se conhece. Claro que piora ainda mais quando o objetivo é grana.
Só que o problema pra mim sempre foi o público, que não entende nunca NADA! E isso varia, hein. Varia muito: porque das veiz que o público AMA o mau caratismo (beijo, Dhomini), das veiz que o público AMA os pobrinhos e puros de coração, das veiz que o povo AMA as pessoas chucras, e eu nunca estou afinada com o público.
Então que eu cheguei nessa 10ª edição pensando que sim, BBB MERECE um estudo antropológico refinado... só que agora, do PÚBLICO! Porque não são os modelos do programa a serem aplicados na realidade para definir os padrões da sociedade, são as decisões do público, e as brigas da net, as torcidas e toda essa baboseira que define mesmo o povo! Eureka!
Mas enfim.
Tô aqui looooka votando sem parar em Elieser, hein. Loka.
Me bota no mesmo quarto que Dhomini, mas não me bota do lado de Elieser. Me faz abraçar Marcelo Psicopata, mas não me manda pra Goioerê, no Paraná. Me manda tomar café com Natalia Diva (?), dançar 'onda onda olha a onda CLAPCLAP' com Kleber BamBam, cozinhar com Thyrso, cantar Ianuô com Solange, ser operada por Dr. Gê, ter um papo-cabeça com Bianca e Thalita*, mas por favor, não me deixa mais assistir a esse panaca de Elieser gritando e chorando.
Tô paÇada em Cristo com essa pessoa. Nunca vi um ser tão debilóide na TV, e olha que tem Pânico na TV, CQC, Vj da MTV e Sônia Abrão aí pra contestar minha frase.
Só que o povo tá votando diferente de mim. :/
Acaba logo, BBB. Por favor.
* tive ajuda daqui pra lembrar dessas desgraças.
Eu sempre amei, sempre vou te amar reality show!
Os primeiros que eu assistia e adorava eram aqueles da MTV, 'The Real World' e 'Road Rules'. Eles não eram ao vivo, não tinha votação, não tinha torcida, mas era uma delícia de ver. Daí nesse meio tempo surgiu o Big Brother, e eu nunca vi as edições internacionais, mas me lembro do babaaaado que foi quando Seu Silvio roubou o conceito e fez a Casa dos Artistas. Que eu só comecei a assistir porque um dia MINHA MÃE se disse encantada com Supla.
Deixa eu falar do Supla, amor verdadeiro, amor eterno? Amo Supla desde a infância, desde Tokyo, desde sempre. E não assisti Casa dos Artistas justamente pelo meu amor, síndrome de underground... Quando ele virou o querido do mundo - só perdendo o programa porque a mocinha cicatrizada era pobrinha e ele era filho do Suplicy - me deu ódio no coração, e eu entendi aí que reality show que dá grana é uma merda. Quer dizer, que dá grana pra nego que faz nada o dia inteiro.
Porque, né? Ficar na piscina, ficar debaixo do edredon, ganhar mil prêmios e ainda concorrer a 500 mil, 1 milhão, 1 milhão e 500 mil é de uma baixaria infinita. E por isso meu eterno respeito por Project Runway, Shear Genius, Top Chef, Top Design e todos os meus xuxus da Bravo TV, que pelo menos premiam gente que faz e tem talento. Até The Biggest Loser tem seu fundamento.
Bom, voltando... É que meu problema sempre foi o Big Brother. Sempre.
Porque essa merda desse programa me irrita infinitos, é um lixo, com gente imbecil, com nada de bom pra mostrar... e infelizmente viciante em algum momento. E eu odeio isso mais que tudo.
Lá no Bigodudo, eu cheguei a postar sobre, porque, olha, foi em 2007 que eu comecei a acompanhar a blogosfera big brotheriana. E foi mais ou menos aí que meu conceito mudou muito. Pra ser sincera, eu acompanhei de cabo-a-rabo apenas uma edição, aquela mitológica que o Jean ganhou. Antes eu assistia sim, mas via apenas esporadicamente e até tinha meus detestados e preferidos, mas aquele quinto programa foi único: assisti tudo, torci, sofri e comemorei. Depois dele, nenhum foi fenômeno no meu coração. E nessa época, eu só acompanhava o site da Globo, chatos idos de internet discada. Daí que não assisti aos programas 6, 7 e 9, e já tinha certeza que não acompanharia esse, quando OPA, voltei.
Em 2007 eu conheci a netBBB. E amei e odiei na mesma velocidade que odeio-amo esse programa. Foi com a net que eu comecei a atentar pra outras coisas. Até então, eu achava que BBB podia servir pra estudo antropológico; eu achava possível traçar muitos paralelos com algumas experiências da minha vida, e por isso, que interessante era assistir. Sabe, eu já tive 'dias de confinamento', não tão extremos como em programa de TV - que tem câmera e um público infinitamente superior. Mas eu já fiz muito campo nessa vida e, olha, passar um, dois meses no meio do mato com mais de 5 pessoas é duro, viu. Por isso achava um certo mérito nesses programas, por mostrar certas coisas que acontecem mesmo quando você junta por determinado tempo gente que não se conhece. Claro que piora ainda mais quando o objetivo é grana.
Só que o problema pra mim sempre foi o público, que não entende nunca NADA! E isso varia, hein. Varia muito: porque das veiz que o público AMA o mau caratismo (beijo, Dhomini), das veiz que o público AMA os pobrinhos e puros de coração, das veiz que o povo AMA as pessoas chucras, e eu nunca estou afinada com o público.
Então que eu cheguei nessa 10ª edição pensando que sim, BBB MERECE um estudo antropológico refinado... só que agora, do PÚBLICO! Porque não são os modelos do programa a serem aplicados na realidade para definir os padrões da sociedade, são as decisões do público, e as brigas da net, as torcidas e toda essa baboseira que define mesmo o povo! Eureka!
Mas enfim.
Tô aqui looooka votando sem parar em Elieser, hein. Loka.
Me bota no mesmo quarto que Dhomini, mas não me bota do lado de Elieser. Me faz abraçar Marcelo Psicopata, mas não me manda pra Goioerê, no Paraná. Me manda tomar café com Natalia Diva (?), dançar 'onda onda olha a onda CLAPCLAP' com Kleber BamBam, cozinhar com Thyrso, cantar Ianuô com Solange, ser operada por Dr. Gê, ter um papo-cabeça com Bianca e Thalita*, mas por favor, não me deixa mais assistir a esse panaca de Elieser gritando e chorando.
Tô paÇada em Cristo com essa pessoa. Nunca vi um ser tão debilóide na TV, e olha que tem Pânico na TV, CQC, Vj da MTV e Sônia Abrão aí pra contestar minha frase.
Só que o povo tá votando diferente de mim. :/
Acaba logo, BBB. Por favor.
* tive ajuda daqui pra lembrar dessas desgraças.


